Marlon Villas
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(Fonte://jeniss.blogspot.com/) |
De
cara, afirmo que a única característica mais ou menos interessante da película,
aquilo que chama mais ou menos atenção, são os efeitos especiais. Talvez porque
sejam feitos com a mesma tecnologia usada em Avatar, de James Cameron. Ponto. É
tudo muito mais ou menos, com o menos ganhando de lavada a cada minuto
decorrente das cenas insossas, sem qualquer atrativo emocional. Se houvesse ao
menos uma mínima ligação emocional que servisse de base ao horror vivido pelas
personagens, poderíamos saber para quem dirigir nossa empatia (porque sempre
tem que haver uma empatia por alguém numa obra cinematográfica, certo?), na
batalha pela sobrevivência da humanidade contra invasores alienígenas sem
piedade que vêm até aqui roubar nossos cérebros para controlar suas máquinas.
Foi
isso mesmo o que eu entendi do filme?
Os
alienígenas vêm até nosso planeta, sabe-se lá de quantos anos-luz estamos
falando aqui, para capturar humanos, estourar seus crânios, arrancar cérebros
para colocá-los dentro de máquinas e comandá-las com o intuito de capturar
outros humanos, e assim por diante. Se isso era para ser assustador, não passou
de um mote patético e descabido. Ou então os etês são muito estúpidos. Mas se
são muito estúpidos, não deveriam nem ter construído aquelas naves gigantescas
para passear pelo universo. Aliás, nem deveriam ter saído de onde vieram.
Atores, como todo o filme, sem expressão relevante. (Fonte:http://tvcinemaemusica.wordpress.com/) |
Nem
posso dizer que Skyline seja uma ficção científica, porque seria uma
indecência. No máximo é do gênero ação, mas também isso não é totalmente
verdade, já que se pode acabar bocejando em algum momento. Poderia ser um filme
trash, com muita carga de efeitos especiais de última geração. Que mais?
Mais
nada.
Título: Skyline (original) / Skyline
– A Invasão (Brasil)
Lançamento: 2010
Direção: Colin Strause, Greg Strause
Duração: 94 minutos
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